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Gato com Vertigens

Um espaço com ideias para pensar, divertir e partilhar.

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O gato com vertigens é um blog que se destina a todos aqueles que tiverem algo de inteligente para dizer ou que queiram aprender mais sobre o mundo em que vivemos. Quer seja um comentário a uma notícia, um elogio, uma celebração, um desabafo ou uma denúncia, a sua opinião é bem-vinda.

 

Gatos famosos 5.c - Gato Fedorento: dicionário de gags e piadas famosos

Dicionário de gags e piadas famosos
 
“Ah, e tal” - Desde o famoso sketch do "Homem a quem parece que aconteceu não sei quê" da série Fonseca que a expressão "ah, e tal" é constantemente usada nos programas do Gato Fedorento.
“O que é que eu fiz?” - Esta é uma fala muitas vezes usada em sketches, especialmente na série Meireles. A personagem diz esta frase depois de alguém o repreender. Em algumas situações substituem a frase por "O que é que eu efectuei?" ou "O que é que nós fizemos?"
Uso de palavras "finas" - O uso de palavras pouco comuns é um dos pratos fortes do Gato Fedorento. Exemplos: "efectuar" em vez de "fazer"; "possuir" em vez de "ter"; "pois" em vez de "porque"; "ofertar" em vez de "oferecer"; "optar por" em vez de "escolher", "suceder" em vez de "acontecer", etc.
Ausência de grosserias - Um dos aspectos mais cómicos do Gato Fedorento é o facto de eles quase não proferirem grosserias nem palavrões, substituindo-os pela sua variante técnica ou menos brejeira, e criando assim um efeito hilariante (por exemplo: "rabo", "seios", "(micose no) escroto", "vagina", "pénis", etc.)
"Derivado a", "de maneiras que", etc. - Este tipo de expressões populares gramaticalmente incorrectas é muito utilizado. Os Gatos preferem usar a versão errada em vez da que seria correcta ("devido a", "de maneira que", etc.).
“Disse-me um passarinho do mundo editorial" - Esta frase é proferida muitas vezes nas duas primeiras séries, sempre que há uma entrevista a algum artista/escritor.
Matarruanos - Desde a Série Barbosa que os quatro actores vestem-se regularmente de "matarruanos" para alguns sketches, onde brincam com a maneira de falar e de agir dos camponeses. Um dos melhores sketches musicais intitula-se "Rap dos Matarruanos" (série Lopes da Silva), onde os quatro actores cantam um rap sobre o amor a uma ovelha.
Jesus - Desde a série Barbosa que Jesus Cristo é retratado humoristicamente junto (de alguns) dos seus apóstolos. Alguns sketches que protagonizam o Messias incluem “Jesus ensaia figuras de estilo”, “Feno da Galileia”, “Jesus Mexicano” e “Jesus dá erros de português”. "A Arca dos Tesourinhos Deprimentes da História da Televisão Portuguesa" - É uma arca usada no Diz Que É Uma Espécie de Magazine que contém várias cassetes, carregada de histórias deprimentes e reais da televisão portuguesa que os autores passam no programa.
"Fraquinho" e "Razoavelzinho" - Estas palavras são muitas vezes usadas, sobretudo a palavra "fraquinho", dita sempre com uma voz aguda e até infantil. Por exemplo, no sketch da série Fonseca "Homem que não consegue mentir", quando lhe dizem "O senhor, como mentiroso, é muito mau." ele responde "Não, sou excelente! Sou muito bom. Sou bastante razoável; sou mais ou menos, sou fraquinho - sou mau... Sou mau..."
“Personalidade Jurídica” - Nas Séries Fonseca e Meireles, os actores utilizavam diversas vezes a frase "Mas tu não tens personalidade jurídica!". Esta frase, dizem os actores, foi proferida por um anónimo, num restaurante em que estavam a jantar. Acabaram por utilizar esta frase que tanto os fez pensar (e até rir, sem motivo aparente) nos seus sketches, e foram criadas diversas modificações da frase, como por exemplo "Disseram-me que eu não tinha personalidade jurídica!" ou "Congresso de pessoas sem personalidade jurídica".
Banano - Palavra muitas vezes usada (em particular por Ricardo Araújo Pereira) significando pancadaria ou violência.
A Questão das Pescas - Em quase todos os sketches das 4 primeiras séries onde é representado um debate político, o debate trata da «Questão das Pescas», nunca sendo esse o aspecto principal do sketch.
Pessoas ciciosas - Em alguns sketches aparecem pessoas ciciosas ou fanhosas. No sketch da série Fonseca "Diseur Cicioso", um homem com esse defeito de pronúncia vai à TV dizer um poema. No sketch "Gajo com demasiadas características" da série Lopes da Silva, um homem na empresa é marreco, coxo, maneta e é fanhoso.
Contabilidade - Em sketches retratados em empresas, fala-se normalmente da contabilidade como o departamento que tem mais acidentes ou para designar certas personagens: como no sketch "Gajo com demasiadas características", onde o "Zé Manel" diz que quer que o tratem por Gonorreias, pois é das poucas maleitas que ele não tem porque não consegue apanhar, ao que um colega lhe pergunta: "Nem com a Sónia Badalhoca da Contabilidade?".
Tempo indefinido - Uma das primeiras piadas do Diz Que É Uma Espécie de Magazine, que depois se foi perdendo, foi, antes de os Gatos darem o noticiário, dizerem "Que horas é isto?", olharem para o relógio e responderem "É tarde. Está na hora de actualizar as notícias!"
Aldeias fictícias - Durante as primeiras 4 séries, a maior parte dos «matarruanos» veio de uma aldeia chamada São Jorge da Morrunhanha (ou S. Miguel da Morrunhanha). Para o Diz Que É Uma Espécie De Magazine, foi criada uma nova aldeia chamada Vila Nova da Rabona.
Num sketch onde José Sócrates é gozado pelos seus ministros, eles estão a falar sobre construir uma ponte entre Vila Nova Rabona e São Jorge da Morrunhanha, o que faz com que as duas aldeias fictícias sejam perto uma da outra.
 
Categoria: Gato Fedorento

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